Os meus lábios rubros
São doce mel de frutas sazonais.
São oferendas livres
para desfrutar os teus beijos
e chupar o teu caralho.
A minha dócil boca, molhada
ostra aberta ao desejo,
para te transmitir
saliva de todas delícias
e para sentir o teu pênis
a endurecer.
Aquela bela flor
que é o prazer de todas as delícias,
as minhas pétalas
estarão livremente e de vontade
expostas aos teus sentidos,
e ao teu caralho.
A ti, abrirei
O jardim das vistudes
fazendo-se carne.
Despejamos as nossas àguas fartas.
Dá-me o teu leite
e despja sobre mim
a tua àgua farta,
branca como a côr do leite.
O calor dos meus ermos,
quiçá o vale da minha sombra
transmiterá, dentro de mim,
Aquela dávida profana dos deuses
E da terra onde todos os frutos
Desejados, habitam
E aonde se depositam
Todas as sementes boas.
A ti, meu
amor, meu marido, meu parceiro,
meu amante, meu homem,
meu fornicador,
confesso que sabendo tu,
que sou mulher, fémea
Antes de mais nada,
Tenho a vagina preparada
Para afirmar-te fémea, mulher,
a qualquer tempo,
a qualquer momento.
Amor, meu marido, meu parceiro,
meu amante, meu homem,
meu fornicador,
Digo-te,
Tenho aquela ansia de ser possuida,
de ser penetrada,
de ser fodida,
até ao fundo, sem qualquer constrangimento.
Amor, meu marido, meu parceiro,
meu amante, meu homem,
meu fornicador,
Penetra-me,
Fode-me
E ao mesmo tempo faz-me sentir,
Então mulher, senhora e puta,
Nem que seja por um momento
delicioso.
Mete a tua bela espada em riste,
Sem traço de clemência.
Afasta-me as portas do paraíso
que são a minha residência,
que são as que queres abrir;
e crava tudo rompendo a minha malha.
Deixe-me sentir
A tua ejaculação,
A tua esporra,
Aquele nectar divino,
Fluindo
Dentro do meu canal
De prazeres.
Vide com o teu olho em minha pelve embutido
Para vir encobrir o meu ventre delicioso
que pede para ser enchido.
Enquanto contemplas, quieto e alheio,
deixa dar-te tesão viva,
prque este frio addómen ansioso
quer sentir o teu caralho
a ficar endurecido, endireitado ...
Abre,
rompa, enrosca, entranha.
Abre,
rompa, enrosca, entranha..
Abre,
Penetra, fornica-me, fode-me,
fudemos ...
Quando sentir tão fundo a tua lancetada,
digo-te ,
amor, meu marido, meu parceiro,
meu amante, meu homem,
meu fornicador,
que a minhha vagina será toda tua.
Ela entregar-se-á de todo.
Portanto vibra todo.
Vibra por dentro.
Quero sentir a tua, a minha, a nossa
vibração toda encharcada
e domina-me enquanto me fodes.
Permitemos que a nossa luta erótica
Afaste de nós, todas as éticas
No afã de ser possuida aquela alma alheia.
Esquecemos tabus e os estigmas sociais.
Demo-nos ao pecado da luxuria,
Demo-nos a uma ciranda sem poéticas,
Enrosca o teu caralho,
Entranha-o até ao fim.
Demo-nos a uma charanga expressa em carne,
Nervo e veia.
Amor, meu marido, meu parceiro,
meu amante, meu homem,
meu fornicador,
digo-te que sois desejado
para domar esta gazela desfreada.
Fode, come a minha boceta enfurecida.
Escanrada te entrego a ti
Para despejares em mim, a tua vida,
o teu leite.
Amor, meu marido, meu parceiro,
meu amante, meu homem,
meu fornicador,
quando a ultima estocada se aproximar,
sentiremos aquele frenesi expresso, uníssono dueto;
a minha boceta te entregará esfaimada
para me devorares no fundo do meu aposento,
livre, fundo e molhado ...
Amor, meu marido, meu parceiro,
meu amante, meu homem,
meu fornicador,
digo-te mais ainda,
naquele momemto em que tudo é mais tudo
“como se fizesse a morte inquilina”
Nesse instante supremo,
Dávida dos deuses e deusas,
Ficaremos mudos,
Entralaçados um no outro.
Permiterei que rendes, inteiro, na minha vagia.
Entra, penetra, enrosca, entranha,
fornica,
e fode-me,
sem parar, eternamente ....





nossa, adorei as fotos, vc é muito linda e liberal, adoro isso em uma mulher, tem coragem de fazer o que quer,
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